O comando das Forças Armadas briga para que os militares fiquem de fora “disso daí“. Outros segmentos com representatividade fazem suas reivindicações direto na fonte, ou seja, conversam com o comando da nação e com a “Casa do Povo“, o Congresso.
Neste caminho, o jornalista Leonardo Sakamoto, em seu blog, coloca que, diante dos avisos daqueles que exercem o poder pela baioneta, tribuna ou caneta, não tem sobrado muito espaço para a defesa daqueles que nunca tiveram autonomia econômica sobre suas próprias vidas. E que apesar de serem representados por alguns sindicatos, defensores públicos, advogados, procuradores e sociedade civil, saem em larga desvantagem no debate sobre o futuro da Previdência.
Sakamoto deixa claro que, seja qual rumo a reforma tomar, os mais pobres e vulneráveis deveriam ser protegidos a qualquer custo. O próprio Bolsonaro e seus filhos-assessores já afirmaram que mudanças não podem afetar os trabalhadores braçais da mesma forma que aqueles que atuam em escritórios ou nivelar os mais pobres do interior do país aos demais.
E arremata, falta saber se isso se transforma em ação ou ficará na bravata.
(Foto/Ilustrativa/Arquivo/Mix Vale)


