Os fatos revelados nas eleições de 2016 levaram o Ministério Público a propor um Termo de Ajustamento de Conduta com o secretário estadual de Saúde do governo Ratinho Junior (PSD) e ex-prefeito de Apucarana, Carlos Alberto Gebrin, o Beto Preto, e com a ex-secretária municipal de Assistência Social e vereadora na cidade Marcia Souza (PSD). Ambos respondiam como réus em ação civil pública por improbidade administrativa e assinaram documento no qual se comprometem a pagar multa, informa o jornalista Guilherme Marconi, Folha de Londrina.
Beto Preto teve multa foi estipulada a quantia de R$ 47.025,21, e Souza terá que devolver aos cofres do município R$ 72.568,71. A vereadora também fica proibida de contratar com o poder público e assumir cargo em comissão.
A reportagem da Folha, procurou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.
Ele disse que sempre agiu dentro da lei e que não houve algo ilícito no processo eleitoral. “Eu fui reeleito em Apucarana com 86%, reduzi drasticamente o número de comissionados, saí do mandato sem ações de improbidade.” Beto Preto classificou o processo como “jogo da política local”. “Como eu tive o convite do governador para assumir a pasta da Saúde queria resolver de uma vez esta questão, por isso assinei o TAC para que este processo não se arrastasse ainda mais.” A vereadora de Apucarana não quis conceder entrevista.


