O porta-voz da Presidência da República, general Rego Barros, disse que as aderências no intestino exigiram uma “obra de arte” por parte da equipe médica que atuou no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, informa o site da Folha de São Paulo.
“O procedimento ocorreu sem intercorrências e sem necessidade de transfusão de sangue”, diz boletim do hospital. Bolsonaro foi encaminhado para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) depois da cirurgia em situação “clinicamente estável, consciente, sem dor, recebendo medidas de suporte clínico, prevenção de infecção e de trombose venosa profunda”, afirma a nota.
O porta-voz Rêgo Barros corrigiu nesta tarde a hora de início da cirurgia, de 6h30, como divulgado inicialmente pela Presidência, para 8h30. Ele justificou a demora pela quantidade de aderências no intestino.
“[Havia] Quantidade muito grande de aderências, em decorrência das duas cirurgias anteriores, e essas aderências exigiram do corpo médico uma obra de arte”, afirmou. Em nome do Planalto, ele agradeceu ao hospital Albert Einstein e à equipe médica.
A primeira-dama, Michelle, e 3 dos 5 filhos do presidente —Jair Renan, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)—, estão no Einstein.


