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O ministro Edson Fachin, do STF, atendeu pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e arquivou nesta segunda-feira (29/04) a parte de um inquérito que apurava supostos pagamentos de propina da Odebrecht ao senador Renan Calheiros (MDB-AL) e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O inquérito foi aberto em 2017, com base na delação da Odebrecht, para investigar pagamentos em troca da aprovação de três medidas provisórias pelo Congresso, entre 2009 e 2013 (as MPs de números 470, 472 e 613), informa o jornalista Reynaldo Turollo Jr., Folha de São Paulo.
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