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Marcos Cintra, que perdeu o cargo no governo porque defendia a retomada da CPMF para desonerar a folha de pagamentos, diz que vê a sua tese como vencedora, mas está pessimista com a operacionalização que o governo começa a propor

A falação deMarcos Cintra:

“O governo quer eliminar a contribuição previdenciária com alíquota de 0,4%, quando para tirar a contribuição patronal seria 0,6% a 0,8%, ou seja, vai desonerar metade. E quer usar parte do dinheiro para o Renda Brasil. Resultado: vão desonerar só até 1,5 ou 2 salários mínimos. Não resolve, porque boa parte das empresas de serviços que pagam isso já estão no Simples”.

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