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Depois da debandada dos secretários do Ministério da Economia, o presidente Bolsonaro resolveu defender a privatização de empresas deficitárias e o teto dos gastos. O “MITO”, entretanto, procurou minimizar a ação dos outros ministros que torcem para a flexibilização

A informação é do jornalista Ricardo Della Coletta, Folha de São Paulo. Como se sabe, nesta segunda-feira (11/08/20), os secretários especiais Salim Mattar (Desestatização) e Paulo Uebel (Desburocratização) deixaram seus cargos por conta do marasmo e falta de perspectiva no avanço das reformas.

A foto deste post é do arquivo da Agência Brasil.

 

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