Nesta luta estão o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e a Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar).
A Ocepar tem a missão de representar e defender os interesses do setor cooperativista paranaense perante as autoridades e a sociedade e, ainda, prestar serviços adequados às cooperativas e seus integrantes. A entidade passou também a exercer funções de sindicato patronal das cooperativas paranaenses no ano de 1997, com a criação da Fecoopar.
Já o Sescoop/PR, unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, começou a funcionar no Paraná em 21 de setembro de 1999. Tem personalidade jurídica de direito privado e atua no monitoramento, na formação profissional e promoção social. É um importante instrumento de modernização da gestão das sociedades cooperativas, aumentando a agilidade e competitividade no mercado e contribuindo para a capacitação e integração social dos dirigentes, cooperados, jovens, colaboradores e familiares.
A Fecoopar é uma entidade que congrega os sindicatos patronais de cooperativas. Apoia os sindicatos filiados nas ações de natureza trabalhista, mediante análises de pautas de reivindicação, oferecimento de contraproposta, negociação e fechamento de acordos e convenções coletivas de trabalho.
Atualmente, são 215 cooperativas registradas na Ocepar. Juntas, elas somaram R$ 87,2 bilhões de faturamento em 2019, montante que equivale a 17,9 % (?) do PIB do Estado do Paraná. Possuem mais de 2,1 milhões de cooperados e empregam mais de 107 mil pessoas. No ano passado, exportaram U$$ 3,5 milhões e recolheram R$ 2,6 bilhões em impostos. O setor responde por cerca de 60% do PIB agropecuário paranaense. Estima-se que mais de 3,8 milhões de pessoas estejam ligadas direta ou indiretamente ao cooperativismo do Paraná.
A opção do cooperativismo é pelo desenvolvimento das pessoas e comunidades em seu entorno. Um trabalho que resulta na geração de emprego e renda, dinamização das economias locais, acesso a serviços de crédito e saúde e apoio à formação profissional. Também são ações prioritárias no cotidiano das cooperativas, os investimentos em projetos de agregação de valor (agroindustrialização), diversificação da produção e novas tecnologias, bem como atividades e capacitações para melhorar os processos produtivos e de prestação de serviços aos cooperados.


