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A política pública de abstinência sexual, em que pese a falta de evidência científica que a sustente, pode ser o objeto de uma campanha publicitária do Ministério da Família e dos Direitos Humanos, informa o jornalista Guilherme Amado, revista Época.
As peças publicitárias, que seriam veiculadas já em fevereiro, tentariam aproveitar a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, nos primeiros dias de fevereiro, para estimular a “conscientização das consequências” de uma relação sexual na adolescência.
A ação deve ser executada em conjunto com o Ministério da Saúde.
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