Luiz Henrique Mandetta começa a ver seu trabalho ser esvaziado pelo próprio Bolsonaro , tanto que a presença do presidente nos atos de domingo atropelou o discurso do ministro de enfrentamento à doença.
Nas redes sociais, onde encontra apoio até de opositores de Bolsonaro, Mandetta foi aconselhado a pedir demissão.
Bolsonaro teria ficado “bravinho” com a presença de Mandetta em entrevista coletiva ao lado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
A turma do BOLVID-17 afirma que o ministro deveria ter dado mais crédito ao presidente pelas medidas anunciadas.
Bolsonaro escolheu um general para chefiar novo comitê do coronavírus.
Outro desaforo de Bolsonaro que quer sempre ao seu lado o contra-almirante da reserva Antonio Barra Torres, médico bolsonarista que foi colocado no comando da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que recebe ligações do presidente para tirar duvidas sobre assuntos de saúde.
Barra já esteve cinco vezes no gabinete de Bolsonaro para encontros individuais, enquanto Mandetta foi apenas duas vezes, conforme a agenda pública. O diálogo do oficial com o presidente flui por afinidades como mundo militar, motos e armas.
No domingo, o presidente da Anvisa acompanhou Bolsonaro na manifestação de rua contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal e a favor do governo.
Com informações do jornal Estadão.


