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“Um domingo como outro qualquer”. Assim foi denominada, por políticos do centrão, a participação de Bolsonaro no ato contra o Congresso Nacional e o STF. Pelo “jeitão”, está valendo os “acordos” do troca-troca, em que o presidente dizia que “ia acabar com isso daí”

Mas não foi “um domingo como outro qualquer”.

O centrão também minimizou as ameaças feitas a enfermeiros no sábado (02/05/20).

Jornalistas também foram agredidos por manifestantes favoráveis a Bolsonaro.

Segundo o site do Estadão, “apoiadores do presidente Jair Bolsonaro agrediram com chutes, socos e empurrões a equipe de profissionais do jornal O Estado de São Paulo, que acompanhava uma manifestação pró-governo realizada neste domingo (03/05/20), em Brasília. O fotógrafo Dida Sampaio registrava imagens do presidente em frente à rampa do Palácio do Planalto, numa área restrita à imprensa, quando foi agredido.

A reportagem do Estadão deu conta ainda que ministros do Supremo, partidos políticos, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e entidades como a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) rechaçaram os ataques. Em nota, a direção do Estadão disse que “trata-se de uma agressão covarde contra o jornal, a imprensa e a democracia”. Até a publicação deste texto, o Palácio do Planalto não havia se manifestado.

Já o Painel da Folha de São Paulo informa que, na avaliação de políticos e membros do Judiciário, a ação de Bolsonaro foi para seguidores. Ele quis passar a mensagem de que é ele quem manda, um dia antes de anunciar seu novo nome para diretor-geral da Polícia Federal.

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